Não posso querer mais de você
Que interrompa sua liberdade
Também não posso me tornar tão insensível
Que a sua distração tranquila
E serena não me apaixone imediatamente.
Isto não é um mea
culpa - ou sua.
Já temos a sociedade à nos atribuir, enquanto mulheres e
Que tanto lutamos para que acabe.
Isto é uma reflexão de cumplicidade.
De um grande amor
De um sincero amor altruísta e
Cúmplice da nossa ousadia
De nos querermos livres
Por isso cria e transforma sempre, minha linda
Seus novos cosmos e espaços
Que eu lhe dou a mão
Discorde comigo para nos vermos autênticas
E me abrace
Enquanto formos companheiras de amor, lutas e orgasmos.
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