sábado, 25 de outubro de 2014

Do meu peito

Não posso querer mais de você
Que interrompa sua liberdade

Também não posso me tornar tão insensível
Que a sua distração tranquila
E serena não me apaixone imediatamente.

Isto não é um mea culpa - ou sua.
Já temos a sociedade à nos atribuir, enquanto mulheres e
Que tanto lutamos para que acabe. 

Isto é uma reflexão de cumplicidade.
De um grande amor

De um sincero amor altruísta e
Cúmplice da nossa ousadia
De nos querermos livres

Por isso cria e transforma sempre, minha linda
Seus novos cosmos e espaços
Que eu lhe dou a mão
Discorde comigo para nos vermos autênticas
E me abrace

Enquanto formos companheiras de amor, lutas e orgasmos.

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